PUEBLOS EN LUCHA Y RESISTENCIA

PUEBLOS EN LUCHA Y RESISTENCIA CONTRA EL SIONAZISMO E IMPERIALISMO . He incluido imagenes de los más significativos ahora mismo por la Realidad que les toca vivir: Palestina, Dombass en Ucranía, Sahara, Ayotzinapa (México), Colombia (Alto el Fuego roto por el Presidente Santos...que sólo quiere la paz de los cementerios como otros que ya conocemos demasiado bien), Andalucía y en particular el SAT en su Lucha por los Derechos de los Trabajadores Andaluces y de todo el Pueblo Andaluz siendo el Sindicato más represaliado de toda Europa, Pueblo Vasco y en particular ASKAPENA por los recientes intentos de ilegalización por su Internacionalismo y Solidaridad con los Pueblos Oprimidos... Pero no me olvido de los Pueblos Emergentes (creo se dice así) como Venezuela, Cuba, Bolivia, Ecuador, ...en su Lucha contra la Ingerencia extranjera SioNazi-Imperialista así como el fascismo de Derechas que opera desde dentro y también el Régimen Español Fascista que por cierto tanto tendría que aprender de todos los Pueblos y sus gobernantes a los que pretende dar lecciones de DDHH y Justicia algo que no conocen ellos ni por asomo (Régimen Español Fascista). Y tampoco me olvido de otros Pueblos en Lucha y Resistencia como el Peruano, Chileno, Brasileño, Sirio, Libanés, Iraní...

viernes, 31 de octubre de 2014

TORTURA A LOS PRISIONEROS PALESTINOS EN LAS CARCELES ISRAELIES. BOICOT ABSOLUTO A ISRAEL.

TORTURA A LOS PRISIONEROS PALESTINOS EN LAS CARCELES  ISRAELIES.  BOICOT ABSOLUTO A ISRAEL. MUERTE AL SIONAZISMO  TERRORISTA Y CRIMINAL.  MUERTE AL NWO. 

Margaret Alves
 
Portuguese :
Tortura nas prisões israelenses: 200 métodos usados contra prisioneiros palestinos !!
Métodos variam entre espancamentos graves, colocando os presos sob a água fria, seguido de água quente, algemados ou restringi-los com os braços para trás e, em seguida, amarrados em uma porta ou janela por longos períodos de tempo, muitas vezes com duração metodos e horas variam entre espancamentos graves, colocando prisioneiros em água fria e depois com água quente, algemados ou restringi-los com os braços para trás e, em seguida, amarrando-os para uma porta ou janela por longos períodos de tempo, muitas vezes centenas de métodos de tortura usados contra prisioneiros palestinos duração durante os interrogatórios realizados em prisioneiros israelenses têm sido observados por organizações de direitos humanos e associações de direitos dos presos.
Um relatório da Organização das Nações Unidas enumera cerca de 200 métodos de tortura. O grupo de direitos humanos israelense B'Tselem listados em torno de 105 métodos de tortura. Independentemente do número, todos esses relatórios indicam um grave nível de violações perpetradas contra os palestinos após a sua detenção.
Fouad Khuffash, diretor do Centro de Estudos Ahrar dos Prisioneiros e Direitos Humanos, sugere que a tortura pode ser dividido em duas categorias; física e psicológica. Alguns acreditam que a tortura psicológica é menos prejudicial do que a tortura física, mas as cicatrizes mentais deixadas por ambos podem deixar os presos traumatizada por muito tempo após a sua libertação.
Khuffash acrescenta:. "A tortura em prisões israelenses é sistemática e começa a partir do momento em que um prisioneiro está preso, não a partir do momento em que começam interrogatório Este é um cenário premeditado e encenado que muda de acordo com o caso do detento e da natureza do seu arquivo . Os investigadores alternativo e desempenham vários papéis atribuídos com antecedência para cada investigador. "
Fahd Abu Al-Hajj, diretor do Centro de Abu Jihad para os Assuntos Prisioneiro da Universidade de Jerusalém, observou que existem 73 métodos de interrogatório considerado o "mais popular" em prisões israelenses. Esses métodos demonstram a barbárie da ocupação e sua falta de respeito das normas básicas de direitos humanos, afirmou.
Ele acrescentou: "Nada evidencia esta mais do que a morte repetida de prisioneiros sob interrogatório, o mais recente dos quais foi a morte do prisioneiro Raed Al-Jabari."
Al-Hajj acredita que o uso da tortura é sistemática, adotada pelos serviços de inteligência israelenses e que nenhum prisioneiro detido em qualquer prisão israelense é poupada.
Ele também explicou que estes métodos variam entre espancamentos graves, colocando prisioneiros em água fria e depois com água quente, algemados ou restringi-los com os braços para trás e, em seguida, amarrando-os para uma porta ou janela por longos períodos de tempo, muitas vezes durando horas. Os presos também são feitas para sentar-se em cadeiras e espancado com paus até perderem os sentidos. Estas espancamentos pode atingir áreas sensíveis de seus corpos, que têm o potencial de deixar efeitos negativos a longo prazo, às vezes levando a doenças crônicas.
Formas de tortura !
Organização de direitos humanos israelense B'Tselem reconheceu em seu relatório que 105 métodos de tortura são usados contra prisioneiros palestinos que são considerados graves violações dos direitos humanos. Uma comissão de direitos humanos da ONU descreveu a tortura em prisões israelenses como "cruzar a linha", observando que os métodos brutais de Israel de tortura incluíram quebrar as costas, puxando dedos e torcer testículos.
Inteligência israelense baseia sua tortura de detidos sobre os chamados diretrizes secretas que foram aprovados em 1987, após a eclosão da primeira Intifada. Estas orientações que lhes permitam aplicar pressão física e psicológica "moderado" em prisioneiros. Isso dá uma cobertura legal para a tortura praticada por agentes de inteligência israelenses.
Nos últimos 10 anos, interrogadores têm diminuído o uso de tortura, afastando-se a tortura física e em vez utilizado métodos psicológicos severos que podem deixar cicatrizes duradouras, continuando a usar a tortura física direta de graus variados.
Mohammed Kilani, que tem experimentado muitas interrogações, notou que seu confinamento solitário que ultrapassou os dois meses em que ele foi forçado a permanecer acorrentado a uma cadeira, era o método mais duro das torturas que sofreu.
Ele também acrescentou que ao longo de todo o sistema prisional em todo o mundo, não existe nenhum método de tortura que não tenha sido pensado ou utilizado pelas autoridades israelenses em algum ponto.
Segundo as estatísticas, cerca de 72 presos foram mortos como resultado de tortura em prisões israelenses desde 1967, de um total de mais de 200 prisioneiros que morreu atrás das grades.
O primeiro prisioneiro a morrer como resultado de ser torturado foi Yousef Al-Jabali, que morreu em 04 de janeiro de 1968 em uma prisão de Nablus. Muitos prisioneiros, desde então, seguiu-o, como Qassem Abu Akar, Ibrahim Al-Rai, Abdul Samad Harizat, Attia Za'anin, Mustafa Akkawi, e outros, incluindo o mais recente, Raed Al-Jabari.!!!


miércoles, 29 de octubre de 2014

BOICOT A LA COOPERACION CORRUPTA DE BURGOS - ISRAEL. .SE RUEGA DIFUSION MASIVA

Alerta: la corrupción burgalesa se vincula al régimen de Israel
 Vecino de Gamonal
Hace ya varios años se denunció la inversión estable y creciente que Caja Burgos tenía en la industria armamentística, teniendo a Israel como principal cliente


Según informaba recientemente el Diario de Vurgos, en el próximo mes de Noviembre el embajador de Israel visitará nuestra ciudad. Lo hará acompañado por el agregado comercial, y será en búsqueda de la apertura de relaciones económicas con la cámara de comercio local. Es decir, que se reunirán con los empresarios burgaleses, y Méndez Pozo, en calidad de presidente de dicha cámara, hará las veces de anfitrión. Seguramente no faltarán a dicha cita los representantes de otros poderes fácticos de nuestra ciudad

No es posible saber qué tipo de negocios iniciarán los empresarios burgaleses con Israel. Quizás a los constructores se les ocurra construir más carreteras exclusivas para los asentamientos ilegales que Israel levanta y amplía cada año; agilizar el derribo de viviendas palestinas en Jerusalén u otras ciudades en disputa; o tal vez ampliar el muro de Cisjordania, que divide y aísla a la población entregando su territorio a la entidad sionista; o bien construir más cabinas para los checkpoints por los que deben pasar cada día miles de palestinos y palestinas. En cualquier caso, aunque tuvieran otros negocios más inocuos en mente, colaborarán con el proyecto sionista financiándolo, y lavarán su imagen presentándolo socialmente como aceptable y legítimo

Personajes corruptos como Méndez Pozo nunca han tenido escrúpulos a la hora de ganar dinero; eso parece que no sorprende a ningún vecino ni vecina de Burgos. Lo que quizás no sepamos, o bien no hayamos valorado suficientemente, es que en nuestra ciudad y provincia han existido otras colaboraciones con Israel y su racismo colonial

Hace ya varios años se denunció la inversión estable y creciente que Caja Burgos tenía en la industria armamentística, teniendo a Israel como principal cliente. La finiquitada caja se implicó activamente en el negocio de armas con empresas que viven de la ocupación de Palestina y la exportación de tecnologías militares y represivas. A través de su participación en una sociedad inversora (Oesía Networks), financió el desarrollo de armamento por parte de la empresa Tecnobit, cuyo principal cliente es la empresa israelí de seguridad militar Rafael Advanced Defense Systems. Cuando Caja Burgos se fusionó en Banca Cívica, esta participación aumentó, ya que Caja Navarra también poseía acciones en Oesía Networks. Después Banca Cívica pasó a formar parte de Caixabank. Pues bien, ésta última entidad financia a 14 entidades militares diferentes, la mayoría de ellas con relaciones estables con Israel

Por otro lado, el Ayuntamiento de Burgos ha contratado en diversas ocasiones a grupos y "culturales" israelíes para espectáculos diversos. No existe constancia de que en alguna ocasión el Ayuntamiento haya tratado de fomentar vínculos con artistas que representen a Palestina, pero sin embargo algunos artistas israelíes han sido contratados por el ayuntamiento en varias ocasiones. Tal es el caso de "Mayumaná", que vende una supuesta progresía y modernidad cuando su propio teatro se encuentra en una localidad (Jaffa) en la que el 95% de los palestinos fueron expulsados por grupos terroristas israelíes en la ofensiva de 1948. Es decir, ensayan y tienen su sede en un territorio que fue robado por la fuerza

También la universidad de Burgos ha colaborado con Israel en diferentes contextos académicos. A muchas personas puede parecerles algo habitual, que no debería llamar la atención, pero el llamamiento internacional al boikot a Israel recoge la NO colaboración con universidades israelíes mientras éstas sigan formando parte del sistema segregador y colonial, y continúen formando parte de un estado que ocupa Palestina. Varias universidades israelíes están situadas en asentamientos establecidos con posterioridad a 1948, siendo por tanto terrenos robados al pueblo palestino. Además, dentro de la universidad sionista es común la segregación por etnia y religión, y resulta muy complicado establecer tesis académicas u opiniones argumentadas contrarias al sionismo. Pues bien, uno de los investigadores israelíes que ha colaborado con Juan Luis Arsuaga en los yacimientos de Atapuerca, Israel Hershkovitz de la universidad de Tel Aviv, ha llegado a decir que el origen del homo sapiens moderno se encuentra precisamente dentro del territorio israelí. ¡Qué casualidad! Justamente dentro del territorio ocupado, a un kilómetro escaso del muro de Cisjordania. Esto ha supuesto en Israel un apoyo académico implícito y explícito al trazado del muro, con el fin de estudiar ese yacimiento arqueológico y no dejarlo en manos palestinas

Como última muestra del acercamiento del estado israelí a nuestra provincia cabe destacar el establecimiento de relaciones muy cercanas entre representantes de dicho estado y el municipio Castrillo Mota de Judíos (antes Matajudíos). El actual alcalde propuso el cambio del nombre ya que resultaba ofensivo para con el pueblo judío (algo absolutamente indiscutible, por supuesto), y poco después se iniciaron una serie de contactos que culminaron el pasado 18 de Octubre en las fiestas del pueblo con la lectura del pregón oficial por parte del embajador israelí. Parece ser que el estado israelí financiará ampliamente al municipio para que éste pueda restaurar la antigua judería y cementerio. Sin duda, esta ayuda está motivada tanto por la utilidad para Israel de potenciar su cultura en el exterior como para agradecer al pueblo el hecho de que la entidad sionista pueda lavarse la cara en público de forma amable y amistosa tras haber perpetrado un auténtico genocidio en Gaza hace unos escasos meses. El cambio de nombre era acertado, por supuesto, pero tras invitar al embajador de Israel a pregonar las fiestas patronales pareciera que el pueblo ha pasado a llamarse "Castrillo Matapalestinos"

Ante el aumento de relaciones del estado israelí con nuestra provincia, a varios niveles (académico, cultural, político y económico), el pueblo llano de Burgos debe actuar. En nuestra ciudad, muchas personas y organizaciones han mostrado de forma habitual una importante solidaridad con el pueblo palestino, ya sea invirtiendo su tiempo y recursos en cooperación internacional directa, denunciando las atrocidades que el estado israelí comete, exigiendo el boikot y la ruptura de relaciones con los representantes del sionismo o bien clamando por los derechos nacionales y políticos que no se reconocen a Palestina.

Por ello es ineludible responder contundentemente a la visita del embajador israelí si finalmente se produce, más aún teniendo en cuenta que se reunirá con los enemigos de la clase trabajadora: empresarios corruptos, especuladores y explotadores, de rancio abolengo, encabezados por el cacique Antonio Miguel Méndez Pozo. Sería una buena ocasión además para dar continuidad a las escasas iniciativas de boikot a Israel que se han desarrollado en nuestra ciudad. Si para el hundimiento del apartheid de Sudáfrica el aislamiento político fue clave, el futuro de los palestinos y palestinas depende en cierta medida de la solidaridad internacional y el rechazo explícito y contundente al estado israelí mientras perdure la ocupación. Mientras el pueblo palestino y sus organizaciones luchan contra el régimen sionista, está en nuestra mano impedir que el embajador de un régimen genocida se dé un baño de multitudes o que su visita pase desapercibida. Mostremos nuestra rabia por la sangre palestina que Israel seguirá derramando todo el tiempo que le dejemos.

La Haine


domingo, 26 de octubre de 2014

LAS MONJAS DE LAS LAVANDERIAS IRLANDESAS: MALTRATO Y EXPLOTACION ¿ Y QUE DIRA EL SANTO PADRE ?...

LAS MONJAS DE LAS LAVANDERIAS IRLANDESAS: MALTRATO Y EXPLOTACION 
¿ Y QUE DIRA EL SANTO PADRE ?...


Hay mucha información, porque se ha destapado la olla.  Eso lo de las Magadalenas es solo un ejemplo.  Hay mas, pero lo peor de todo es que el gobierno lo niega  y las monjas no piden perdón, la contabilidad y los montos conocidos han sido extraídos de hoteles, casas comerciales, bread and breakfast y otros negocios del rubro.
Si se fijan en algunas webs las noticias han sido eliminadas, la prensa en Irlanda o publica el ebola, o las guerras, los atentados y este escándalo lo ha reducido a un par de líneas para llenar espacio.
Pero si se apuran y estrujan la media de Irlanda puede que aun tengan acceso, especialmente en ediciones anteriores, o en reportajes anteriores de BBC.
Si encuentran algo novedoso no se olviden compartirlo.
  MEMORIA ; LAVANDERIA DE LAS MAGDALENAS ; LAS MONJAS IRLANDESAS NO PIDEN PERDON - LA IGLESIA TAMPOCO .-
Durante décadas, Irlanda ignoró a las antiguas trabajadoras y sus denuncias
Las mujeres de las lavanderías de las Magdalenas denunciaron que trabajaban bajo duras en condiciones. Foto: BBC
A Mary Merritt la mandaron a trabajar en una de las lavanderías de las Magdalenas en Dublín cuando era adolescente. El trabajo era tan arduo y el régimen tan cruel, que rompió una ventana y se escapó.
Llegó a donde estaba un sacerdote a pedirle ayuda. El cura la violó.
Cuando la policía la apresó y la llevó de vuelta a la lavandería, las monjas no le creyeron. La encerraron en una celda.
El año pasado, una investigación sobre lo que pasó en las lavanderías de las Magdalenas, un sistema de asilos dirigidos por monjas católicas en Irlanda, en las que durante décadas miles de mujeres fueron forzadas a trabajar bajo duras condiciones, no encontró ninguna evidencia de abuso.
Sin embargo, quienes vivieron entre las paredes de las lavanderías rechazan esa conclusión e insisten en que las monjas deben rendir cuentas por sus actos.
Los pecados
"¡Dios mío! Esto me trae tantos recuerdos", exclama Elizabeth Coppin, de 65 años, al abrir la puerta de la iglesia que está al lado de la lavandería de las Magdalenas, a donde la mandaron a trabajar cuando tenía 14 años de edad.
"Ellos eran los pecadores, no nosotras: nos estaban torturando"
"Solíamos ir a confesarnos una vez por semana", rememora frente a los micrófonos de la BBC, al pasar ante el confesionario.
"El sacerdote se sentaba ahí y nosotras le contábamos nuestros pecados... pero, ¿qué pecados podíamos haber cometido? Trabajábamos todo el tiempo".
"Ellos eran los pecadores, no nosotras: nos estaban torturando".
Mujeres de mala vida
Durante décadas, Irlanda ignoró a las antiguas trabajadoras de las lavanderías de las Magdalenas y sus denuncias.
Después de todo, ¿no habían dicho los curas que ellas no eran más que mujeres de mala vida o criminales dementes, que merecían estar encerradas la mayor parte de sus vidas y trabajar sin sueldo para purgar sus pecados?
Coppin había sido víctima del abuso sexual de su padrastro y enviada a un orfanato, una de las varias instituciones de beneficencia administradas por la Iglesia en nombre del Estado.
De ahí, cuando todavía era una niña, fue introducida en la red de lavanderías de las Magdalenas y forzada a trabajar desde las 08:00 hasta las 18:00 todos los días, menos domingos y feriados.
En uno de esos lugares fue erróneamente acusada de robar dulces, por lo que la encerraron durante tres días en la celda de castigo, sin cama ni colchón.
Pero eso no era nada comparado al castigo por tratar de escaparse: la enviaron a otra lavandería donde el régimen era más estricto.
Tras los muros del convento
"Me cambiaron el nombre por uno de hombre. Me raparon la cabeza y obligaron a usar un uniforme: me quitaron mi identidad. ¿Cómo puede manejar eso una niña?, se pregunta.
No fue sino hasta que Coppin y otros acudieron al Comité contra la tortura de la ONU, el cual presionó al gobierno irlandés para que investigara, que el senador Martin McAleese, un antiguo miembro del senado irlandés y devoto católico, fue puesto a la cabeza de una pesquisa sobre lo que pasó exactamente tras los muros del convento.
"Me cambiaron el nombre por uno de hombre. Me raparon la cabeza y obligaron a usar un uniforme"
Para el asombro de las sobrevivientes, el informe concluyó que "maltrato, castigo físico y abuso (...) no ocurrió en las lavanderías de las Magdalenas".
Tumbas sin nombre de niños
Ahora, el gobierno irlandés ordenó que se haga una investigación sobre lo que ocurrió en otra institución administrada por la Iglesia: los hogares para madres no casadas y sus bebés.
A principios del año fue revelado el hallazgo de casi 800 tumbas sin nombre de niños pequeños que databan de 1925 a 1961 en un convento en el occidente de Irlanda.
El gobierno irlandés ordenó que se haga una investigación sobre lo que ocurrió los hogares para madres solteras y sus bebés
Algunos de los restos de los menores fueron encontrados en un tanque de concreto.
Las sobrevivientes de las lavanderías de las Magdalenas están solicitando que esta pesquisa sea más amplia para que revisen su caso de nuevo.
En manos de las monjas desde su nacimiento
Mary Merritt, de 83 años, nació en uno de esos hogares, pues era hija de una madre soltera, pasó años en un orfanato y terminó en una lavandería: todas instituciones administradas por monjas.
"En uno de los orfanatos, a los que en ese entonces los llamaban 'escuelas industriales', un día tenía tanta hambre que me robé unas manzanas del huerto".
"Las monjas me mandaron a la lavandería High Park en Dublín y me dijeron que me quedaría ahí hasta que aprendiera a no robar. Estuve trabajando ahí sin sueldo durante 14 años", relató a la BBC.
"No
habría recibido esa pena en esa época ni por haber matado a alguien".

Años de cautiverio

Según el informe de McAleese, el promedio de estadía de las mujeres en las lavanderías era de siete meses.
"¡Tonterías!", exclama Merritt cuando vamos a visitar la fosa común de las antiguas empleadas de la lavandería de las Magdalenas High Park, en el cementerio central de Dublín.
"Yo estuve en la lavandería durante 14 años y sé de al menos una mujer, mi mejor amiga, que estuvo durante 50 años" dice, señalando su nombre, uno de los 160 grabados en la lápida de granito.
Los investigadores del grupo de presión Magdalene Names Project indicaron a la BBC que, según su investigación centrada en un período de 10 años -de 1954 a 1964- en la lavandería High Park, la mayoría de las mujeres pasaron al menos ocho años en cautiverio.
Buen negocio
El informe de McAleese alega además que las lavanderías nunca se beneficiaron económicamente, otra idea que desestiman las mujeres.
"Yo era una trabajadora esclava", dice Coppin, quien pasó cuatro años en tres lavanderías.
"Las monjas tenían contratos con todos los hoteles y negocios locales así como conventos y seminarios", denuncia.
Es difícil confirmar la afirmación de que se trataba de una operación "sin ánimo de lucro", pues las cuentas que las órdenes religiosas presentaron para la pesquisa gubernamental, preparada por sus propios contadores, no están abiertas al escrutinio público.
No obstante, la BBC encontró un libro de contabilidad de la lavandería High Park en un museo de Dublín, que data de 1980.
Las meticulosas cuentas muestran que sus clientes incluían conventos y restaurantes, así como el aeropuerto, la estación central de tren en Dublín y ministerios gubernamentales.
Esto explica por qué los sindicatos y las lavanderías comerciales se quejaban en esa época: estaban teniendo que competir con unas monjas que se beneficiaban de trabajo forzado y gratuito.
Monjas ricas pero no contribuyentes
El diario The Irish Examiner, que ha investigado las finanzas de las órdenes religiosas involucradas en la administración de las lavanderías, señala que en 2012 sus activos eran US$1.900 millones
La fortuna de las monjas incomoda no sólo a las sobrevivientes, quienes sienten que fueron explotadas injustamente, sino también cada vez más a los contribuyentes irlandeses.
A pesar de las carencias del informe McAleese, el gobierno irlandés se excusó por el sufrimiento de las mujeres y nombró a un respetado juez para implementar un sistema de compensación.
La cuenta final de esa compensación probablemente excederá los US$190 millones, y las órdenes religiosas se rehúsan a contribuir.
La BBC le preguntó a la vice primer ministra de Irlanda, Joan Burton, por qué el gobierno no estaba presionando a las monjas para que pagaran.
"La conversación está en curso", respondió.
¿Escuchará el gobierno a las sobrevivientes de las lavanderías y extenderá la nueva investigación para incluirlas
"Se incluirán los elementos relevantes. Aún no hemos terminado de definirlo", respondió.
Las sobrevivientes de las lavanderías de las Magdalenas no se dan el lujo del optimismo.
"La ideología religiosa está muy arraigada en la sociedad irlandesa", lamenta Coppin.
"Yo quiero que alguien diga la verdad y se disculpe", reclama Merritt. "Las monjas, la Iglesia, los sacerdotes... alguien que me pida perdón antes de que me muera"..

12 Oct 2014 ... Lavandería de las Magdalenas Las mujeres denuncian abuso, pero el informe del gobierno dijo que no encontró evidencia de ello.
Lavandería de las Magdalenas en Irlanda, fotografía de principios del siglo XX. Asilo de las Magdalenas (Magdalene Asylum en inglés) es como se conoce a ...
9 Jun 2014 ... En los Asilos de las Magdalenas o Lavanderías de las Magdalenas de Irlanda las mujeres estaban prisioneras, confinadas por la iglesia ...
9 Jul 2011 ... JOVEN DE 14 AÑOS INTERNADA EN LAVANDERIA LASMAGDALENAS Y MALTRATADA POR MONJAS. pedofilosconsotana.
19 May 2013 ... Irlanda tiene un ejemplo de ese pasado sombrío en las lavanderías de las Magdalenas de la Sean McDermott Street, en Dublín.
Lavanderías de las Magdalenas: las monjas irlandesas no piden perdón. Para la Iglesia, eran mujeres de mala vida y en un país donde la religión está muy ...
Video de Testomonio de niña torturada por monjas de lavanderias magdalenas, El mundo ha vivido engañado durante 2000 mil años, han pasado ...
6 Feb 2013 ... DUBLIN, IRLANDA, Febrero 7, 2013 - Irlanda y el drama de laslavanderías de las Magdalenas. Unas 10.000 mujeres fueron internadas en los ...
12 Oct 2014 ... Lavanderías de las #Magdalenas: las monjas de #Irlanda no piden perdón http:// bbc.in/1wjSLkP pic.twitter.com/K3ePz7dp5g. 0 replies 129 ...

 EVIDENCIAS: EN LAS LAVANDERIAS DE LAS MAGDALENAS ABUSARON DE NIÑOS


¿Y  QUE DIRA EL SANTO PADRE DE TODO ESTE ESCANDALO DE LA IGLESIA CATOLICA?



lunes, 20 de octubre de 2014

SIOFASCISTAS RACISTAS EUROPEOS Y ESPAÑOLES, LOS QUE SOBRAN SON USTEDES,... NO LOS INMIGRANTES.

MANIFIESTO DE CONDENA  POR LAS NUEVAS LEYES  RACISTAS  APROBADAS EN EUROPA,  Y POR LA CRIMINAL Y BOCHORNOSA ACTUACION DEL MINISTERIO DEL INTERIOR SIOFASCISTA ESPAÑOL  Y SUS PERROS REPRESORES (POLICIA Y GUARDIA CIVIL) EN LA FRONTERA DE MELILLA  AYER MISMO. 

Como consecuencia de la reciente Operación Mos Maiorum, no sé si terminará siendo Directiva Europea ó sólo Operación, sea como fuere es una demostración más del SioFascismo e Imperialismo Racista que asola e invade Europa y  España concretamente , y los Condenables y  lamentables hechos canallas, bochornosos para una gran parte de los españoles,  de los últimos días en Melilla con la demostración Fascista de los Cuerpos de Seguridad del Estado al servicio de un Ministerio del Interior y por ende un Gobierno SioFascista y Canalla como el que malgobierna España,  MANIFIESTO MI CONDENA ENERGICA TANTO A ESE SIOFASCISMO RACISTA EUROPEO COMO A LAS DEMOSTRACIONES SIOFASCISTAS DEL GOBIERNO ESPAÑOL….
    Los Inmigrantes NO SON EL PROBLEMA,  no tienen la Responsabilidad en la Crisis Económica Social que vive Europa ni España concretamente,  No traen ningún problema ni conflicto ni nada parecido….EL PROBLEMA SON LAS POLITICAS SIONAZIS E  IMPERIALISTAS EXISTENTES EN EUROPA Y CONCRETAMENTE EN ESPAÑA QUE PROCEDEN DE QUIEN YA SABEMOS: DE LOS TERRORISTAS Y CRIMINALES DE ISRAEL Y EEUU, …Y SON ISRAEL, EEUU Y EUROPA (CONCRETAMENTE ESPAÑA)  LOS MAYORES RESPONSABLES  DE QUE TENGAN QUE VENIR LOS INMIGRANTES EN BUSCA DE UN FUTURO  QUE LES HEMOS ROBADO EN SUS  PAISES DE ORIGEN. Sí, porque somos los europeos  y entre ellos los españoles, quienes les llevamos los problemas a los Inmigrantes, a sus Países de Origen:
  - Siendo Cómplices con las Dictaduras de esos países en Marruecos, RDC, Somalia, Etiopia…etc.
  - Les llevamos allí las Guerras y los Conflictos Bélicos de Rapiña, igual en Palestina, que en Irak, Libia, Siria, Sudán,…participando nuestros gobiernos en esas Guerras y Conflictos Bélicos, y en algún caso incluso Ocupaciones Ilegales con Holocausto incluido apoyando el Terrorismo Criminal SioNazi y  Yanky, vendiéndoles a esos gobiernos las armas necesarias para los Crímenes de Guerra y Lesa Humanidad…
   - Expoliamos sus Recursos Naturales  y Energéticos, a través de nuestras Empresas y Multinacionales en su Mayoría SioNazis y Yankys: REPSOL, BP,  ENDESA, IBERDROLA, TELEFONICA,… Nuestras Empresas Pesqueras en algunos casos…les explotamos laboralmente y vulneramos los Derechos Humanos y Laborales en sus países de origen… y en ocasiones incluso también les amenazamos y asesinamos si defienden lo que es suyo legítimamente…
- Agotamos sus Caladeros e incluso los envenenamos con residuos tóxicos a veces, dejándoles sin su única fuente de subsistencia, y luego les llamamos piratas, cuando los piratas son nuestras conserveras…
   Y luego encima también les Asesinan nuestros Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado  sin haber llegado siquiera a nuestras fronteras en miserables pateras y cayucos… les perseguimos allí donde están sean en las estaciones de RENFE  ó de Autocares ó…, les impedimos ganarse la vida de la única forma que pueden y saben – el Top Manta-, les retenemos y maltratamos en las redadas ilegales  y en los CIEs ilegales… Y luego decimos que son ellos los delincuentes y los que nos traen los problemas…,  no el Problema se lo llevamos nosotros a los Inmigrantes a sus países de origen,  el  Problema es nuestra Hipocresía, Cinismo, Doble Moral…y además nuestro Racismo, Xenofobia, Islamofobia, presentes en  los trabajos que les damos,  presentes en nuestras Leyes Racistas, en nuestras Administraciones Públicas y Privadas…
   Pero Además en España  y  lo reitero todas las veces que haga falta y más, y lo mismo en Europa,  el CAUSANTE  Y CULPABLE  DE LA CRISIS ECONOMICA  SOCIAL  Y DE MUCHOS OTROS PROBLEMAS  MAS, ES EL FASCISMO IMPERANTE DESDE  LA DICTADURA FRANQUISTA QUE NO DESAPARECIO REALMENTE NUNCA, AL QUE SE AÑADIO  OTRO CULPABLE MAS  PROCEDENTE DE ISRAEL  Y EEUU, QUE ES EL SIONAZISMO E IMPERIALISMO DE LOS CUALES  EL ESTADO ESPAÑOL ES LACAYO Y TITERE  POR CULPA DE LOS GOBIERNOS  QUE HEMOS TENIDO DESDE PRACTICAMENTE SIEMPRE SEAN DEL PP O DEL PSOE.  El Causante ó Culpable es el Gobierno de Turno, la Monarquía de Turno, … los Banqueros ó Sanguijuelas del Santander, BBVA, BANKIA, …, las Eléctricas como Endesa e Iberdrola, las Compañías Telefónicas da igual que se llamen Telefónica, Vodafone, Orange, Jazztel, ONO, etc,  y un sinfín de Lobbys SioNazis y Yankys más como Carrefour, Corte Inglés , Mercadona, etc, … sin despreciar en nada la necesaria colaboración en esa Crisis Económica y Social  vulneradora de todos los DDHH y Laborales consiguiente de los Sindicatos Mayoritarios como CCOO y UGT  que se sientan a firmar con el Gobierno y los Bancos y la Patronal todo lo que les pongan por delante con tal de salvar sus subvenciones ó debería decir su estómago agradecido y burgués,… y las “Izquierdas “ existentes que bueno de Izquierdas no tienen más que el nombre porque si tienen que virar para defender también sus pequeños privilegios hacia la Derecha del PP ó hacia la Derecha del PSOE que para el caso da igual pues lo hacen…Todos los anteriores son los culpables realmente de la Crisis Económica Social  y del Descalabro del Sistema de Bienestar que nos vendieron como tal pero que al parecer nunca existió realmente, Descalabro en forma de Recortes de Sanidad, Educación, Vivienda, Servicios Sociales, Empleo…   pero no sólo eso, es que además nos están asesinando en un Genocidio Lento y Programado también con las Multinacionales Farmacéuticas, sus Multinacionales de los Transgénicos, las malditas Tecnologías Digitales y electromagnéticas, las malditas fumigaciones de los chemtrails y del HAARP, aunque estos peligros tampoco seamos capaces de verlos y denunciarlos más que una minoría…

     Señores Gobernantes Europeos y Españoles, Sionazis, Fascistas, Imperialistas, si me dan a elegir entre los Inmigrantes que nos llegan desde Camerún, Palestina, Siria, Sahara,… y  Ustedes, sin duda me quedo con los Inmigrantes. Son ustedes, los gobernantes europeos  y españoles SioFascistas   que dictan Operaciones como la de Mos Maiorum  y los que dirigen Genocidios y Masacres como la de  Frontera de Melilla…los que están sobrando y los que deben irse por donde vinieron, cuanto más lejos mejor…
      La Autora del Blog : María Jesús García.
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Operación Mos Maiorum: Europa lanza masiva caza de inmigrantes
Publicado el 10/18/14 • en el tema EUROPA • Visitas 193 , 193 en este día
 
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 IRENE CASADO SANCHEZ – Hace unos días, los estados miembros del Tratado Schengen pusieron en marcha la operación Mos Maiorum contra la inmigración clandestina. Se trata de una iniciativa del Consejo Europeo en respuesta a las demandas de Italia, al frente de la presidencia de la Unión Europea (UE).
 Veinticinco países participan en esta campaña y más de 20 mil miembros de las “fuerzas del orden” han sido convocados para poner al día las rutas y estrategias que permiten a los inmigrantes llegar a Europa. Lejos de vigilar las fronteras exteriores, su misión se centrará en las paradas de autobús, las estaciones de tren o las carreteras. Se trata, como denuncian cientos de ONG, de una redada masiva e indiscriminada.
 El texto difundido por la UE para justificar esta operación de “caza y captura” se basa en tres puntos fundamentales: luchar contra las mafias que facilitan la migración irregular, recopilar información para elaborar un estudio sobre las rutas migratorias, y consolidar las estrategias y medidas necesarias para luchar contra la migración “ilegal”.
 Para alcanzar tales objetivos se realizarán controles aleatorios basados en perfiles étnicos y culturales. La simple apariencia o pertenencia a un determinado grupo étnico justificará un registro o una identificación dentro del espacio Schengen.
 Organizaciones para la defensa de los inmigrantes y de los derechos humanos han condenado la operación Mos Maiorum; desde sus métodos hasta sus posibles consecuencias. Esta maniobra, advierten, fomenta la asociación de ideas entre el inmigrante y el criminal.
 “Una redada de estas características coordinada por la Unión Europea es una catástrofe”, denuncia la ONG belga Coordinación e Iniciativas para los Refugiados y Extranjeros. “Asusta porque parece responder a un pensamiento europeo: insinúa que todo el mundo está de acuerdo en que hay que dar caza a los ‘sin papeles’”. Se trata de un discurso xenófobo a nivel institucional en el que el odio y la incompatibilidad de los inmigrantes con las “señas de identidad europeas” son sus vigas maestras.

El modus operandi de esta redada pone en riesgo un derecho fundamental: el de no discriminación. Inmigrantes y refugiados, siempre que su aspecto les delate, podrán ser detenidos e investigados. Aquellos que no cumplan con la normativa de la UE serán enviados a su país de origen o retenidos.
 Esta controvertida operación se enmarca en una política migratoria basada en las restricciones y el cierre de fronteras. Una política que no se plantea las causas de la inmigración irregular, o sobre cuáles son los motivos que llevan a millones de personas a recurrir a mafias y lanchas de juguete para alcanzar el “sueño europeo”. El acceso a la UE por vía legal es una puerta blindada, incluso para las personas que demandan asilo.
 Mos Maiorum es “la caza de ‘sin papeles’ en Europa, una nueva batalla en la guerra de la UE contra un enemigo imaginario”, afirma la organización para la defensa de inmigrantes Frontex Exit. Una operación que alimenta “el fantasma de una invasión criminal en Europa” y que se vale de Frontex (Agencia Europea para la Gestión de la Cooperación Operativa en las Fronteras Exteriores que sufragará parte de esta intervención) para imponer “una política discriminatoria que viola los derechos de inmigrantes y refugiados”.
 Poco afortunado es el nombre de esta medida migratoria. Bajo el concepto latino Mos Maiorum se define la moral de la antigua Roma, sus costumbres y sus prácticas en el ámbito público y privado. Así, la operación europea parece responder a la persecución de todo aquel que no comparte su misma tradición. “Bárbaros” que ponen en peligro la “pureza europea”. Hace siglos las fronteras cambiaron el mundo.
 Desde entonces Europa se ha erguido como defensora del Estado de Derecho, la democracia y los derechos humanos. No son los inmigrantes, los “bárbaros sin papeles”, quienes ponen en riesgo siglos de progreso. Las decisiones y las políticas de sus gobernantes son la verdadera amenaza para el sueño europeo.

UN VIDEO QUE MUESTRA COMO TRATA A LOS INMIGRANTES  EL GOBIERNO FASCISTA ESPAÑOL Y SUS POLICÍAS FRANQUISTAS


En el intento de entrar a España atravesando la valla metálica, realizado por varios migrantes llegados desde la costa marroquí, el resultado fue palos, golpes y torturas por parte de la Guardia Civil Española. El hecho   tuvo lugar el 15-10-2014 y las Fuerzas Auxiliares y la Guardia Civil se emplearon con los migrantes con especial dureza. Prácticamente la totalidad de ellos fueron expulsados de España de forma absolutamente ilegal. Decenas de heridos fueron también expulsados y entregados al ejército marroquí, que los transportó hasta una zona desértica y allí los arrojó sin agua ni alimentos para que se mueran.
En el vídeo podemos ver los sucesos de ese día. Se hace un especial seguimiento a una de las víctimas: Danny, camerunés, de unos 23 años y del cual hay noticias confusas, que aseguran que el joven falleció producto de la golpiza dada con total impunidad por los policías españoles
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Además resulta que se ve pasar a dos coches y furgonetas de Cruz Roja y pasan de largo...totalmente ante el brutal trato que está teniendo el chico camerunés por parte de la Guardia Civil y la Polícia...¿ donde queda el auxilio sanitario y humanitario a los inmigrantes victimas del criminal trato fascista de los Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado?...


martes, 14 de octubre de 2014

LAS CANALLADAS DE MONSANTO Y DE LAS ELITES MUNDIALES, COMO SIEMPRE QUERIENDO HACER NEGOCIO CON LA VIDA Y SALUD DE LAS PERSONAS...

MONSANTO INVIERTE EN EL ÈBOLA - US$ 86 MILLONES

Monsanto y el Departamento de Defensa de USA están financiando a una empresa farmacéutica que podría ganar miles de millones de dólares con el tratamiento del Ébola: Tekmira Pharmaceuticals, una empresa que trabaja en un fármaco contra el Ébola, acaba de recibir una inyección US$ 1,5 millones en efectivo, procedentes del gigante de los agroquímicos.

Monsanto invierte en estudios contra el Ébola
CIUDAD DE BUENOS AIRES (Urgente24) - Tekmira Pharmaceuticals, una empresa que trabaja en un fármaco contra el Ébola, acaba de recibir una inyección US$ 1,5 millones en efectivo, procedentes de Monsanto
Se ha informado públicamente que la inversión de Monsanto está relacionada con tecnología desarrollada por Tekmira en el campo de la agricultura. El acuerdo total está valorado en US$ 86,2 millones.
Por otra parte, Tekmira tiene un contrato de US$ 140 millones con los militares de USA para desarrollar medicamentos para el tratamiento de Ébola.
Pero la realidad incontrovertible es que vivimos el brote más importante de ébola de la historia y el más publicitado por los medios, hecho que podría crear una gran demanda en el mercado farmacéutico si el virus traspasa las fronteras africanas y llega a los países occidentales.
Lamentablemente, la historia de la medicina revela que las compañías farmacéuticas, la CDC y la OMS han exagerado en varias ocasiones la severidad de los brotes epidémicos con el fin de promover la venta de medicamentos para su tratamiento. No se sabe si este es el caso, pero pensarlo no es nada descabellado. Ahora que el virus del ébola puede, hipotéticamente, convertirse en una amenaza para occidente, pueden empezar a producirse fuertes inversiones en el desarrollo de una vacuna, pues su venta ya sería un negocio.
Cuatro vacunas que se estaban desarrollando en USA contra el virus del Ébola, llevan paralizadas desde hace tiempo y el dinero parece haber sido la clave del asunto.
La vacuna más prometedora se quedó atascada en la etapa de pruebas de seguridad, por la sencilla razón de que no había dinero para una vacuna que no tenía mercado, es decir, que afectaba solo a países pobres que no podían pagarla. La mayoría de las grandes farmacéuticas prefiere no invertir activos en el desarrollo de fármacos con bajo potencial de negocio. Eso dejaba el desarrollo de estas vacunas en manos de los gobiernos y en pequeñas empresas.
“No veo por qué nadie, excepto el gobierno de USA se involucraría en el desarrollo de este tipo de medidas”, dijo la Dra. Sina Bavari del Instituto del Ejército de USA de Investigación Médica de Enfermedades Infecciosas (USAMRIID) en Frederick, Maryland. No existe un mercado para esto”.
La tasa de letalidad del brote actual de ébola es de alrededor del 60%, aunque los pacientes pueden sobrevivir si reciben el cuidado adecuado. Sin embargo, lo único que los pacientes están recibiendo como tratamiento son analgésicos y reemplazo de líquidos para hacer frente a la deshidratación, además de antibióticos para las infecciones secundarias.
No hay cura para el Ébola, a menos que las vacunas avancen más en las pruebas en humanos y el dinero no es el único obstáculo en el desarrollo de vacunas. Pasar de la experimentación con animales a los seres humanos representa un gran salto. Es difícil encontrar suficientes personas en estado de alto riesgo para probarlas, a diferencia de enfermedades como la gripe común o el VIH.
“Hay por lo menos cuatro vacunas que pueden proteger contra el Ébola (en monos)”, dice el Dr. Thomas Geisbert, cuyo laboratorio en la Universidad de Texas Medical Branch está trabajando en alguna de ellas. Pero, ¿cómo llevar esto al siguiente nivel?
Llamada MB-003, esta vacuna proporciona una protección del 100% a los monos cuando se administra inmediatamente después de la exposición al virus, y ayudó incluso después de que se desarrollara los síntomas.
Las vacunas que usan el virus de la estomatitis vesicular han sido diseñadas genéticamente para asemejarse al Ébola y han funcionado bien en monos. Los científicos confían en su eficacia, pero al utilizar un virus “vivo”, existen ciertos problemas de seguridad.
También se han producido vacunas utilizando partículas similares al virus, un enfoque que ha funcionado contra otras enfermedades. Pero, de nuevo, las pruebas aún no se han hecho en seres humanos.
Un fármaco que está siendo probado para la influenza, el favipiravir o T-705 ha demostrado que también puede ser eficaz contra el Ébola en ratones. El USAMRIID lo está probando actualmente en monos, animales cuya respuesta a las infecciones del Ébola es más cercana a la de los seres humanos.
El laboratorio también está probando una droga llamada BCX4430 en animales. Una pequeña empresa de biotecnología llamada BioCryst está trabajando con USAMRIID para desarrollarla.
Sin embargo los expertos están divididos sobre la cuestión de la utilización de medicamentos experimentales durante un brote de la enfermedad. Algunos creen que las vacunas se deben aplicar a los trabajadores del laboratorio y de la salud en primera línea de batalla contra el Ébola. A otros no les gusta correr riesgos.
Lo cierto pero, es que ante la posibilidad de realizar un gran negocio, la vacuna puede recibir las inversiones necesarias para ser desarrollada, justo en este momento.
Y probablemente, tales inversiones no serán destinadas a pequeños laboratorios o entidades públicas, sino a grandes empresas del sector sanitario y a grandes farmacéuticas.

NO ES QUE NO HAYA CURA PARA EL EBOLA, ES QUE REALMENTE QUIENES ESTAN DETRAS DEL EBOLA NO LES INTERESA QUE HAYA OTRA CURA NI VACUNA MAS QUE LA DE LAS MULTINACIONALES FARMACEUTICAS  O LAS DE LOS TRANSGENICOS COMO EN ESTE CASO MONSANTO,  PARA PODER LUCRARSE A COSTA DE LA SALUD DE LAS PERSONAS, DE TODA LA HUMANIDAD...
LA CUESTION ES QUE EMPEZANDO POR LAS ELITES DEL NWO , PASANDO POR MONSANTO, RUMSFELD, LA OMS, LA DEA,  SON TODOS UNA PANDILLA DE CANALLAS...QUE  SOLO MIRAN POR SU PROPIO INTERES Y  LUCRO,  UNA PANDILLA  DE GENOCIDAS, TERRORISTAS DE LOS PEORES QUE QUIEREN EXTERMINAR A GRAN PARTE DE LA HUMANIDAD  Y EXCLAVIZAR A LOS POCOS SUPERVIVIENTES QUE AUN QUEDEN VIVOS...ESA ES LA RAZON FUNDAMENTAL...SOLO HAY CURA Y VACUNA SI PUEDEN ENRIQUECERSE A COSTA DE LOS ENFERMOS ...

HAY CURA,  NATURAL, ECONOMICA, SEGURA Y SIN EFECTOS SECUNDARIOS.... JOSEP PAMIES   Y  TERESA FORCADES, AMBOS ESPAÑOLES, SABEN COMO SE PUEDE CURAR EL EBOLA,  IGUAL QUE EL CANCER  Y OTRAS ENFERMEDADES, PERO NO LES ESCUCHAN Y ADEMAS LES CRIMINALIZAN, PORQUE CLARO LA CURA QUE PROPONEN ES CON REMEDIOS NATURALES , BARATOS, ACCESIBLES PARA TODAS LAS PERSONAS, ... Y ESO A LOS CANALLAS  DE LAS ELITES MUNDIALES, EMPEZANDO POR LAS AUTORIDADES  SANITARIAS ESPAÑOLAS NO LES INTERESA, PORQUE NO LES REPORTA GRANDES SUMAS DE DINERO QUE ES LO UNICO QUE  LES INTERESA ,  Y NO LA SALUD DE LAS PERSONAS...

ESCUCHEN A  PAMIES  Y  A SOR TERESA FORCADES,  NO TENDRAN GRANDES CARRERAS,  PERO TIENEN MAS HONESTIDAD , INTEGRIDAD  Y ETICA QUE TODAS LAS AUTORIDADES POLITICAS Y SANITARIAS A NIVEL MUNDIAL Y A NIVEL DE ESPAÑA....

Además, éstos grandisimos Hijos de Puta de las Autoridades Sanitarias Españolas , encima que son los culpables de estar propagando el Ebola fuera de Africa, en España,  en Madrid concretamente, ...son los culpables de que una Auxiliar de Enfermería del Carlos III ya haya contraído el Ebola, por la irresponsabilidad de traer enfermos de Ebola desde Sierra Leona , sin tener Hospitales preparados y capacitados para hacer frente a la Enfermedad... son los mayores Irresponsables, Negligentes, Genocidas, Canallas que hay en España y ...ahora quieren sacrificar a un pobre perro, la mascota de la Auxiliar de Enfermera contagiada...sin que esté demostrado siquiera que el pobre animalito tenga el Ebola. Yo Creo que a quién realmente habría que sacrificar en todo caso sería a  esos que quieren sacrificar al perrito en cuestión, porque  los mayores culpables y canallas son esas Autoridades Sanitarias que han tenido la culpa de la propagación del Ebola dentro de los Hospitales Madrileños, La Paz, el Carlos III, por su negligencia y sus canalladas con el Personal Sanitario y Médico de dichos Hospitales al no haberles provisto de Medios suficientes antes de deportar a enfermos del Ebola a España, sólo porque estos eran  Misioneros de la Secta de la Iglesia Católica, porque de otros enfermos les trae al pairo que mueran de Ebola o de otras enfermedades o de Miseria y Hambre,  en Sierra Leona y en otros muchos países de Africa y del Mundo...


domingo, 12 de octubre de 2014

12 DE OCTUBRE 1492 : EL MAYOR ETNOCIDIO DEL MUNDO - NADA QUE FESTEJAR

Condenamos el genocidio cometido por los imperios hispanoeuropeos sobre los pueblos originarios de America. VENCEREMOS!!!
12 DE OCTUBRE 1492 : EL MAYOR ETNOCIDIO DEL MUNDO - NADA QUE FESTEJAR
La conquista de América a través del sometimiento militar, cultural y religioso de sus pueblos originarios, se hizo por la fuerza de la espada respaldada por la codicia de los invasores, apoyado por la cruzada sostenida por la iglesia para “ convertir “ a los “ infieles “. De esa manera esclavizaron a los indígenas para cultivar las tierras y hacer todos los oficios para los colonizadores y la construcción de sus templos a cambio del sometimiento, o morir resistiendo.
INQUISICION : El Papa Alejandro VI, autonombrado “ rey de reyes “ impone en América la “ Santa Inquisición “ que de distintas formas continuará. Así, Colón se convierte en el primer esclavizador. Sus víctimas : Caribeños que portaban brazaletes de oro y jade.
MOCTEZUMA :
Solamente en México se estima que murieron 20 millones de personas. Moctezuma y sus principales líderes fueron asesinados por orden de Hernán Cortéz, quien después utiliza a la hermana del jefe azteca, conocida para la historia como “ La Malinche “.
BARBARIE :
La falta de municiones, pólvora y desidia de los soldados españoles, se reemplazó por mastines entrenados para matar y comer humanos.
MASACRES :
Continuaron hasta varios siglos después. Increíble colapso demográfico indígena….” Matamos a los indios, prostituimos a sus mujeres y arrancamos a sus hijos del seno materno para entregarlos a los colonos para la esclavitud. Tremenda inmoralidad contra los derechos del hombre “…
Aristóbulo del Valle
ATAWALPA :
El rechazo a la conversión fue pretexto para ser asesinado a garrotazos.
Los verdugos : el cura Valverde ( DIOS ), el político Pizarro ( ORO ) y el militar Almagro ( GLORIA ). Ideología totalitaria de la muerte.
ETNOCIDIO :
Millones de vidas fueron consumidas en cruel alquimia que convierte a la riqueza humana en tesoros materiales. Grandes naciones originarias fueron extinguidas a sangre y fuego : aztecas, incas, mapuches (campaña del desierto ), tobas, ( Napalpí ), 
Pilagas ( La Bomba ) y el etnocidio silencioso que perdura.
TUPAC AMARU :
El precursor de la independencia Americana fue condenado a morir descuartizado por el Corregidor Areche y el Obispo de Cuzco. Antes fue testigo del apaleamiento de su esposa, hermanos, hijos y jefes de la revolución que encabezada. Su cabeza fue exhibida muchos días en la plaza para el “ escarmiento “.
Nuestra resistencia a desaparecer como pueblos, supera nuestro dolor, porque estamos convencidos que triunfaremos con el pensamiento ancestral de TUPAC AMARU, SAN MARTIN, BOLIVAR, ARTIGAS y ANDRES GUACURARÍ ( Andresito ), quienes ofrendaron sus vidas por la AUTODETERMINACION AMERICANA.
L
a bota militar, como símbolo del genocidio, se perpetuó en América Latina, siempre al servicio del poder económico y el imperio de turno.
Las naciones originarias de América, con el legado de sus líderes y mártires continúan con su mandato histórico. ESTADOS LIBRES UNIDOS DEL SUR, sin sometimientos coloniales, con soberanía plena que resguarden nuestras culturas y ecología.
AUTODETERMINACION SOBERANA :
La Nación Guaraní, víctima de un proceso etnocida de su cosmovisión, dio el PRIMER GRITO NACIONAL DE LIBERTAD DE CONCIENCIA al lograr el reconocimiento oficial, primero en la provincia de Misiones y luego a nivel nacional, a la práctica de su espiritualidad y autodeterminación de los pueblos.
 También visita: 

OTRO SUR ES POSIBLE...



miércoles, 8 de octubre de 2014

LA ACTITUD Y COMPORTAMIENTOS NEGLIGENTES Y GENOCIDAS DE LAS AUTORIDADES SANITARIAS ESPAÑOLAS, EN CUANTO AL TRATAMIENTO DEL EBOLA. ¡¡¡DE VERGUENZA, Y LUEGO HABLAN DE CUBA...!!! ESPAÑA PARECE TERCERMUNDISTA YA...

              CARTA DE UN ENFERMERO.  

           EXISTE UN RIESGO MAYOR QUE

           EL ÉBOLA Y ESTÁ TRAS EL CRISTAL.

Soy un enfermero de la Unidad de Cuidados Intensivos (UCI) del Hospital La Paz. El motivo de dirigirme a Ud. Es poner en conocimiento de la opinión pública los hechos que han ocurrido recientemente en relación con la “Crisis del virus Ebola”. No quiero con ello crear alarma social, pero si narrar lo que está siendo una realidad en el día a día desde hace unos meses del personal de enfermería de dicha UCI entre los que me incluyo.
Desde que se nombró al hospital La Paz como centro de referencia para el diagnóstico y tratamiento de dicha infección, en Abril 2014, el personal ha estado poniendo de manifiesto su disconfor con tal medida y con las irregularidades que han estado cometiendo la dirección de enfermería de dicho hospital en su conjunto. (Ver archivo adjunto Notificación Juez).
Estas Irregularidades por resumir, se centran en que:
• El hospital no tiene la infraestructura adecuada para ingresar a pacientes afectados con este tipo de enfermedad (las famosas habitaciones de aislamiento de con presión negativa).
• Los protocolos originales del Ministerio de Sanidad fueron modificados a gusto para poder adaptarse a las carencias que tenía el hospital: Si no tenemos “presión negativa” decimos que “como no está demostrada la trasmisión aérea no es necesario tal medida”.
• Los protocolos generales de actuación (modificados o no) NO fueron entregados al personal para su conocimiento, ni tampoco fueron expuestos en las varias reuniones con la dirección de enfermería.
• Como Unidad de cuidados Intensivos exigíamos la realización de protocolos específicos de UCI (A día de hoy siguen sin existir o por lo menos al personal no han llegado)
• El personal exige la realización de cursos formativos y de capacitación para trabajar en situaciones como esta.
• El servicio de Medicina Preventiva del hospital imparte dos charlas informativas (45 minutos) de como son los equipos de protección personal necesarios. En aquellas charlas y por la inexperiencia del mismo personal que las impartía, los trajes se rasgaban, sustituían las calzas por bolsas de plástico, no existían escafandras completas y venían a decir poco más o menos que había que hacer un apaño para cubrirse la cara con cinta de carrocero.
Sin ser resuelto ninguno de estos temas por la Dirección del hospital, va pasando el tiempo y se comunica al personal que será el Hospital de la defensa “Gómez Ulla” quien asumirá estas emergencias pero como está en proceso de reforma para crear unas instalaciones adecuadas, hasta el mes de Octubre seguiremos siendo hospital de referencia.
Así, sin hacer nadie nada nos presentamos en la noche del 5 de agosto, y el personal de guardia aquella noche entre los que me incluyo, a través de los medios de comunicación nos enteramos que se va a repatriar al sacerdote. Avisamos a nuestro inmediato superior (Supervisor de Guardia) el cual desconoce por completo el modo de proceder teniéndose que poner en contacto con el Jefe de Hospital de guardia aquella noche, el cual a su vez desconocía la noticia y comienza a activar el protocolo establecido (recordemos que hasta esa misma noche el paciente iba a ser ingresado en la paz). Siendo el personal de UCI el encargado del recibir al sacerdote no se pone en conocimiento del mismo dicho protocolo.
Fue a la mañana siguiente, 6 de agosto, cuando gracias a dios, alguien advierte del peligro potencial de ingresar al sacerdote en un hospital de las dimensiones de la Paz, y sin las instalaciones adecuadas. Sobre las 14 horas se toma la decisión de que sea llevado a la 6ª planta del Hospital Carlos III dotada de salas de aislamiento con presión negativa. Desde ese mismo instante se comienza a dotar al hospital Carlos III de lo necesario para albergar al paciente. Aquí hay que señalar que dicha planta del hospital estaba cerrada y sin dotación de personal ni equipos pues a mediados de agosto darían comienzo las obras de transformación en una unidad de hospitalización para enfermos crónicos. – Estaremos de acuerdo en que a esto se le llama “IMPROVISAR”.
Así durante toda la tarde del 6 de agosto y a toda prisa personal de ambos hospitales fueron dotando de medios dicha planta. Dándose casos curiosos en los que enfermeras del hospital La Paz transportaban en su propios vehículos material carente en el Carlos III. (Esto sí que es “Marca España”).
Ante la carencia de personal en el Hospital Carlos III por los motivos antes citados, las Direcciones de Ambos hospitales determinan que personal de la UCI de la Paz sea enviado al Carlos III. Y es aquí donde debido a la improvisación y la falta de criterio se comete otra negligencia más enviando a un personal sin formación alguna en Riesgos Biológicos a tratar a un paciente afecto de una de las infecciones más peligrosas conocidas declarada por la OMS a nivel mundial como Emergencia en Salud Publica. (Aquí conviene recordar que existe una unidad específica con formación para tratar estos casos: la Unidad NBQ o la Unidad Militar de Emergencias UME).
Y aquí se comete otra tropelía, Supervisores de enfermería y la propia Dirección de Enfermería de la Paz conocedores de que el personal a su cargo no está bien formado por que no se ha dado formación específica y no se le ha informado de los protocolos a seguir, ni cuál es su función cuando acudan a allí, se le obliga a desplazarse con coacciones y amenazas de perder su puesto de trabajo o abrírsele un expediente disciplinario si se niega a ser enviado al Carlos III.
A día de hoy y a pesar de que estas personas llevan varios días ingresadas, ni la dirección de enfermería ni dirección médica se ha ocupado de organizar simulacros de actuación impartidos por personal competente en las medidas de protección personal para el personal desplazado. Son las mismas enfermeras/os los que una vez allí en el Carlos III se informan de unos a otros como es el proceder y como hay ponerse las medidas de protección. Siendo justos, el personal del Carlos III que aún quedaba allí trabajando, con alguna más formación en estos casos que nosotros, nos intentan adiestrar y tranquilizar en este sentido. Pero esto ocurre allí minutos antes de entrar en la sala del paciente. Como dato curioso, la Guía para la selección y uso de Equipo de Protección Personal en ámbitos de atención médica, consta de 50 páginas. Y la Guía para la Atención de Pacientes con Virus Hemorrágico en los hospitales de EEUU consta de 225 páginas. Ambas del CDC de Atlanta y disponibles en “PDF” para cualquiera en su página web. Aquí no tenemos nada.
Es cierto que el personal muestra sus reticencias a acudir al Carlos III pero nadie se ha negado a tratar a un paciente. Solo advertimos que no hemos sido formados convenientemente y que dadas las características de la enfermedad el riesgo de contagio y posible trasmisión fuera de los muros del Carlos III es una realidad que como profesionales de la sanidad debemos poner en conocimiento de quien sea ya que nuestros superiores directos no nos escuchan. Las preguntas son claras: ¿Por qué se envía personal sin formación? ¡Es incongruente! ¿Por qué la responsabilidad última de evitar la propagación recae en personal sin formación específica? ¿Los americanos harían una cosa así?.
Perdón por este último comentario. Me he prometido a mí mismo no caer en demagogia y ser lo más aséptico posible narrando de forma veraz los hechos.
Por otro lado la selección de este personal se ha hecho de forma arbitraria y sin criterio. Todo el personal de la UCI va a rotar por el Carlos III. Bien, protocolo de la OMS advierten que el personal sanitario o no, debe minimizar el tiempo de exposición en la sala con el enfermo así como reducir lo máximo posible el número de personas que atiendan de forma continuada al paciente. Pues bien si todo el personal de la UCI pasara por allí, ¿No estamos aumentando de forma exponencial el riesgo a una posible trasmisión? No es lógico y contraviene las medidas dictadas por la OMS.
Sigo; Al personal que pasa por allí no se le hace ningún tipo de seguimiento ni medida epidemiológica cautelar. Una vez terminado su turno se marcha alegremente a su casa y al día siguiente, si no te toca volver al Carlos III pues vas a trabajar a la UCI de la Paz con enfermos de diversa etiología en muchas ocasiones Inmunodeprimidos. Es un contrasentido que para subirte a un avión se tomen medidas y controles y yo pueda ir y venir y hacer mi vida normal como si nada. Esto no es coherente.
Para finalizar solo queda por recalcar que en todo este asunto hay mucha improvisación y mucha actitud temeraria por parte de los que de verdad, de verdad… NO van a estar delante del virus mirándole a la cara. Escuchemos a los que están en la primera línea de fuego que algo tendrán que decir.
Le saluda atentamente:
xxx